Junta de Freguesia de Almancil


Turismo

O seu Território está bem definido desde o ano de 1836

Digníssimo Director do Jornal Quinzenário “A Voz de Loulé” Tendo sido publicado no Jornal que V/Exa muito dignamente dirige um suposto artigo de opinião subordinado ao título acima referido, Jornal nº 1526 de 18/08/2007, pág.3, visto que o mesmo tem implicações directas com as questões de delimitação territorial da minha Freguesia, venho, por razões óbvias, precisar alguns aspectos sobre tão delicada matéria, que desde há muitíssimo tempo tem vindo a ser objecto de inúmeros pontos de vista, mas que carecem praticamente todos eles do necessário rigor histórico, para além da ignorância ou má-fé reveladas, como me parece subsistir no presente trabalho jornalístico. 

Em primeiro lugar devo esclarecer que o Sítio do Arneiro não se localiza junto ao denominado Estádio do Algarve, mas sim na extrema nascente da Freguesia de Almancil. Entre a sua localização geográfica ou territorial e o citado equipamento desportivo, situam-se ainda seis lugares desta Freguesia, que são: Casas e Nave; São João da Venda; Vale da Venda; Barros de São João; Quinta do Infante e Moinho. Constata-se assim que essa forma de associar ou ligar o Sítio do Arneiro ao Estádio Algarve é, no mínimo, uma atitude incorrecta. Somente se compreenderá tal atitude pelo facto da mediatização daquele equipamento ou então por má-fé! Antes propriamente de tecer alguns considerandos de índole ou natureza histórica, quero enaltecer a posição demonstrada pelo Exmo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Loulé, Dr. Seruca Emídio, quando afirma a esse propósito a sua determinação em “não renunciar ao direito de Loulé sobre aquela zona”, porque, em meu entender, essa é a atitude mais correcta e única a tomar, somente dessa forma é que se poderá defender aquilo que nos foi legado pelas gerações que nos antecederam e que as vindouras saberão compreender. 

Território da Freguesia de Almancil enquanto parte integrante no Concelho de Loulé é e será sempre inalienável. Assim, conforme referi, para uma adequada compreensão histórica deste assunto, até porque as inverdades são sempre más conselheiras, aliás, conduzem-nos mesma à cegueira e a danos irreparáveis, venho então transcrever os elementos históricos e, se quisermos, a chave sobre a matéria, para que seja compreendida a verdadeira pertença daquele Território, que para uns o classificam como indefinido e outros o têm como sobreposto, sendo que tanto uns como outros o fazem, na generalidade das vezes, por “má-fé”, provavelmente para verificar qual será o grau de adormecimento das pessoas responsáveis ao nível da Freguesia de Almancil e do Concelho de Loulé respectivamente, no que concerne a este assunto. Bem, mas por aí, já sabem que encontrarão sempre lucidez e resistência necessárias por parte dos presidentes da Junta de Freguesia de Almancil e da Câmara Municipal de Loulé, na denúncia desses malabarismos retóricos e na defesa intransigente do nosso Território. 

Deste modo, segundo os vários estudos efectuados e escritos, que poderão ser consultados por todos aqueles que se interessam por estas questões e se quiserem dar ao trabalho facilmente se compreenderá que a delimitação geográfica e administrativa do Concelho de Loulé tem os seus limites definidos desde praticamente a Idade Média. Inicialmente de acordo com as Memórias Paroquiais de 1758, Loulé pertencia à Comarca de Tavira. Em 1830, por forma da Régia Provisão da lei de Novembro, procedia-se ao Auto de Divisão e Demarcação do limite, sendo colocados os respectivos Marcos de Delimitação Territorial (ver transcrição do livro para o registo dos Acórdãos para o Cartório da Câmara de Loulé, 23 de Julho de 1831, in, Arquivo Histórico Municipal de Loulé, cota: CMLLE/B/A/003/Lv.001,1831). 

A partir de 1822/1832 passaram a coexistir o esquema administrativo civil e eclesiástico, fazendo com que os Concelhos se agrupassem em Comarcas (Administração Civil) e as Freguesias agrupadas em Dioceses (Administração Eclesiástica), originando desse modo alguns desacertos nas delimitações territoriais. Os Governos liberais empreenderam a reforma administrativa de forma a conseguir uma divisão do território mais racional, para facilitar a acção administrativa em geral. 

Assim em conformidade com o Decreto Régio de 6 de Novembro de 1836, a Freguesia de São Lourenço de Almancil está incluída em Território de Loulé. Em 6 de Novembro de 1836, a Freguesia de Loulé passa a identificar-se por Freguesia de Loulé e São Lourenço de Almancil (“Mappa das Províncias, Districtos Administrativos, Concelhos e Freguezias do Continente do Reino”). Assim aquando da preparação da reforma administrativa de 1836, a freguesia de São João da Venda ou São Lourenço de Almancil, tinha já a sua sede, de facto, em Território do termo de Loulé. 

A Freguesia de Almancil foi criada 1849, por divisão da de São Clemente de Loulé, abrangendo uma área territorial de 6318 ha, que ainda hoje se mantém, onde se incluem os Sítios ou Lugares, que alguns teimam em apelidar de zona indefinida, os quais se situam a Nascente da Freguesia de Almancil. Actualmente vamos encontrar nesse Território o Estádio Algarve, o Edifício do INEM, e, num futuro que não desejamos muito distante, será edificado o novo Hospital Regional, Equipamento de Saúde, já anunciado pelo Governo Central. Já no livro dos Juros da Fábrica de São João da Venda de 1833 (pág.5) aparece a referência à Freguesia de São João da Venda como pertença do Concelho da Vila de Loulé. 

Também nos anos de 1879 e 1883 no livro do Rol dos Confessados de São Lourenço de Almancil (até à pág. 16), se faz menção de que a Freguesia de São João da Venda e todos os Sítios à sua volta, que hoje se denominam como: Caliços, Esteval, Casas e Nave, Barros de São João, Vale da Venda e Mata Lobos, já pertenciam a São Clemente de Loulé (segundo portaria de 10.02.1849). Poder-se-ia ainda citar uma série de documentos produzidos ao longo dos tempos sobre esta matéria tão relevante, que todos eles testemunham a verdadeira pertença histórica deste Território à Freguesia de Almancil, contudo, para conhecimento de todos os interessados, referir-me-ei aos seguintes: Diário de Governo nº 283, de 29.11.1844 (2º Semestre/136); Registos Fábrica da Igreja Paroquial de São Baptista do Sítio de Vale da Venda de 1845; Resposta do Bispado do Algarve à Portaria da Rainha D. Maria de 03.01.1849; Ordens Régias; Índice dos Sítios que pertencem a São Lourenço de Almancil de 1880; Rol de Confessados e Estatística da População da Freguesia de Almancil de 30.06.1889 e informação do Pároco António Inácio de Almancil de 1973. 

Todos eles são inequívocos em classificar esses lugares como pertencentes à Freguesia de Almancil e concomitantemente ao Concelho de Loulé! Finalmente chamo a vossa atenção para o facto da existência dos Marcos de Delimitação Territorial dos Concelhos de Loulé e Faro no âmbito da área geográfica da Freguesia de Almancil, confinante com as Freguesias de Santa Bárbara de Nexe, São Pedro e mais recentemente com Montenegro onde, no próprio terreno se poderá encontrar ainda hoje os referidos Marcos certificando a pertença Territorial dessas áreas, comportando os Sítios ou Lugares já referidos, de forma concludente e inequívoca, no seio da Freguesia de Almancil, pelo que jamais oferecerá dúvidas a quem quer que seja, não se colocando qualquer tipo de indefinição desse Território, porque Ele foi, é e será sempre desta Freguesia de Almancil

Portanto, qualquer que seja a veleidade em confundir ou mesmo dizer que é um assunto ou matéria “negociável”, é um absurdo! Sr. Director, Se considerar os meus modestos contributos sobre esta matéria com a relevância necessária em termos informativos, agradeço-lhe atempadamente a sua publicação.

Centro Cultural de São Lourenço

O Centro Cultural São Lourenço abriu no princípio de 1981.

Situado ao lado da linda igreja de São Lourenço ocupa cinco casas rurais, de 200 anos de idade, cuidadosamente restauradas no estilo autêntico de então.

O Centro Cultural é uma iniciativa privada e, desde o princípio, politica e economicamente independente.
Existem 6 salas de galeria, grandes pátios e terraços e um jardim de esculturas bem cuidado. No total 4.500 m2.

Ao longo dos anos, o Centro organizou centenas de exposições e concertos.
Trabalha em estreita colaboração com a Associação de Música de São Lourenço que ajuda a melhorar a qualidade dos concertos.
www.centroculturalsaolourenco.com
Centro Cultural São Lourenço
Apartado 3079
8136-901 Almancil
Tel: 289 395 475
Fax: 289 393 281
E-mail: ccsl@iol.pt

"Ser Consciência do Amor"





P R E F Á C I O




Tendo-me sido concedido o privilégio de prefaciar este livro do meu conterrâneo, Manuel das Casas Palermo, por incumbência dele próprio, reconheço nesse tão Honroso acto que o mesmo terá acontecido por razões de um Feliz Acaso Institucional, facto que acresce uma maior responsabilidade do Aprendiz que sou perante o Mestre que é o Autor da presente Obra Literária (Poética), por isso tentarei fazê-lo na medida das minhas possibilidades de cidadão atento às realidades quotidianas e de responsável político da Autarquia Local – Junta de Freguesia de Almancil. Travei conhecimento pessoal com o amigo Manuel Palermo, através de outro Ilustre Almancilense que é o Dr. Cristóvão Norte, pelo que aqui lhe deixo o meu sincero agradecimento. Desde logo fiquei com a percepção de estar na presença de alguém de uma dimensão Humana invulgar, sobressaindo as suas capacidades de ser uma pessoa comedida mas muito segura dos seus propósitos. Facilmente me inteirei de que ele tinha “calcorreado” mundo, à semelhança daquilo que foi a grande Divisa Almancilense da Diáspora. Das inúmeras vezes em que me encontrei com o autor destes maravilhosos versos, constatei frequentemente que o mesmo Exaltava os Dignos Valores de Consciência e de Amor à Vida, onde a presença das questões “Sagradas” se misturavam com as Recordações do seu passado, desde o Baptismo, passando pela sua infância na Escola Primária, sem esquecer aquele pormenor do uso das “botas cardadas”, enquanto parte interessante do “atavio” pessoal daquela época, até à sua condição de Aprendiz de Ofícios e de Emigrante, destacando ou enaltecendo a Instituição Família, tudo isso feito Candidamente, jamais expressando o que quer que fosse de mal para com a vida porque ele gostou e gosta de a Viver/Participando – Que lindo gesto de Saber! Contudo a sua lucidez sobre as coisas que o rodeiam também faz com que ele nos transmita as suas preocupações ou inquietações daquilo que vai acontecendo pelo Mundo, tendo forjado assim a sua Obra Poética “ Ser Consciência do Amor”, cuja Matriz Almancilense foi por vontade própria do Autor, que, estou convicto, será um Enriquecimento para o Acervo Cultural da Freguesia de Almancil, juntando-se assim à Riquíssima Plêiade de Escritores Almancilenses: Clementino Baeta, Fonseca Domingos (Escritor consagrado em Livro “Escritores Portugueses do Algarve” da responsabilidade de Ilena Luís Candeias Gonçalves, que orientou o grupo Murmúrios em diversas obras de Lídia Jorge, Nuno Júdice, José Saramago, António Aleixo; Teresa Rita Lopes e António Ramos Rosa), Paula Assunção, Francisco Ricardo… Sinceros Parabéns ao Homem e Autor, que no seu regresso às Origens soube produzir a presente Obra e Legá-la aos seus Conterrâneos, Amigos e à generalidade dos leitores interessados, enquanto Riqueza Suprema do Relacionamento Humano-BELEZA E SABEDORIA DO NOSSO IMAGINÁRIO!;


Almancil, Julho de 2007
O Presidente
João Martins


Eliminação da Discriminação Racial

Eliminação da Discriminação Racial 


Experiências de vida na ASCA 

O Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, 21 de Março, foi assinalado pela ASCA com a realização de um Encontro/Debate nas suas instalações durante a tarde desse dia. Após as boas vindas a todos os presente – oradores e participantes, Hermes Alberto, presidente da ASCA, antes de se dedicar ao tema da tarde, o qual já havia sido introduzido por Sandra vale, moderadora deste evento, referiu em nota de abertura da sua intervenção o facto de a associação ter iniciado em 2008 um ciclo de encontros/debates sobre diversas temáticas sempre actuais e necessitadas de reflexão conjunta, referindo-se ao facto de o Centro Comunitário de Almancil ser um Local aberto, pluridisciplinar, solidário, não discriminatório e de vocação universalista, tanto ao seu gosto. 
De seguida, cada representante das instituições ou associações convidadas dissertou sobre a sua “Experiência … de vida” no que se relaciona com a temática da data em causa. 

João Martins, presidente da Junta de Freguesia de Almancil, despertou os presentes para o facto deste teme ser tão antigo e importante mas também tão actual e que a carta dos direitos humanos levou muitos anos a ser falado sem tomar corpo. Referiu ainda que a “discriminação está omnipresente”, lembrando que não foi há muito tempo que a mulher adquiriu o direito de voto, que ainda hoje são os estrangeiros que pagam pela situação decadente a nível da empregabilidade. Frisou nunca poder alhear-se das questões da desigualdade e da discriminação.  

Terry McGuire, director da escola Internacional de São Lourenço – Almancil, falou sobre as suas origens, proveniente de um família de sete irmãos, de Liverpool e da sua experiência como professor numa escola que recebe crianças de diversas nacionalidades, deixando a seguinte mensagem: “A educação e a cultura mudam a ignorância das pessoas”. 

Segue-se a intervenção de António Barão, presidente da Casa dos Rapazes de Faro, frisando durante a sua apresentação que 40% das crianças e jovens que acolhem e educam são negros, não sendo tal, contudo, motivo para qualquer discriminação, pois a instituição está ali para dar vida, seja qual for a origem da criança. 

Terry Blackman, vice-presidente da All Saint’s Anglican Church Algarve, referiu ser uma honra fazer parte daquele painel sobre uma problemática tão importante e sensível. É para ele um privilégio viver em Portugal, país abençoado por ter pessoas tão hospitaleiras. Aqueles que escolheram aqui viver, adquiriram esse direito mas também as responsabilidades inerentes; sendo a maior de todas aceitar qualquer tipo de discriminação, tal como acontece no seio da sua Igreja. “Asseguremo-nos que os maus não tenham voz”, é a mensagem que deixa. 

Mariana Melentii, vice-presidente da DOINA – Associação de Imigrantes Romenos e Moldávos no Algarve, salientou que ainda existe muita discriminação no que concerne a pessoas destas nacionalidades e proveniências, especialmente a nível profissional. “Existem muitos de nós que são pessoas qualificadas e que poderiam exercer a sua profissão aqui, em Portugal. Contudo, encontram na burocracia um obstáculo. Somos uma comunidade bem integrada na sociedade portuguesa, embora vivamos todos numa sociedade cada vez mais individualista, onde pontifica o isolamento. Temos assim que começar por nós próprios, analisando muito bem os nossos comportamentos – para colher, há que semear”. 

Cristiano Caetano, tesoureiro da Associação dos Guineenses e Amigos da Guiné-Bissau, mencionou que a discriminação é uma nódoa que tem manchado a história da Humanidade. É pois, necessário existir firmeza no combate a este flagelo. Revelou que a tendência é “para generalizar uma situação que corre menos bem com um indivíduo de raça negra”. Somos responsáveis pela sociedade que criamos, devemos ensinar os mais novos que todo o Ser Humano tem direitos mas também deveres. “Há que não ter medo da diferença.” 

Paul Luckman, director-executivo do Jornal The Portugal News, deu a conhecer que a Empresa que dirige tem 28 pessoas de 7 nacionalidades, acentuando que “em Portugal há consideração pelas pessoas”. Para ele, aqui, neste país, não existe discriminação racial. “Portugal é diferente da maior parte dos outro países. Isso é fantástico”, afirmou. 

Encerrado o ciclo dos depoimentos, iniciou-se o debate onde alguns dos presentes que atentamente haviam assistido às intervenções, expressaram o desejo de dar a conhecer o que lhas ia na alma sobre a discriminação e o recismo, que desafortunadamente, continua a ser um problema, sem sentido mas presente na sociedade contemporânea.

Notícia  do Jornal "A Voz de Quarteira" de 5 Abril de 2008


25º Aniversário dos Supermercados Apolónia

Bodas de Prata 

Semana recheada de festejos 

As comemorações de 25º Aniversário começaram na passada Segunda-feira, dia 24 de Março e prolongaram-se até Sábado, dia 27. O primeiro dia foi marcado pela apresenta das iniciativas, numa cerimónia onde estiveram presentes individualidades como o chefe do gabinete da Governadora Civil de Faro, Carlos Silva Gomes, os Presidentes das Câmaras Municipais de Loulé e Albufeira, Seruca Emídio e Desidério Silva, respectivamente, o Director Regional de Economia, Leite Pereira, o Presidente da Associação Empresarial da Região do Algarve, Vítor Neto, o Director da Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, Manuel Fautino e o Presidente da Junta de Freguesia de Almancil, João Martins. 

O Fundador do Supermercado, Avelino Apolónia, aproveitou a ocasião para recordar alguns momentos marcantes da loja, destacando o recente crescimento, com a aquisição, em 2007, de um terreno para a abertura de uma loja na Galé-Albufeira, no próximo mês de Junho, ou a criação do Centro logístico instalado no Mercado Abastecedor da Região de Faro, em Estói. 

Renato Costa, “chef” da cozinha intemporal, apresentou, no segundo dia de festejos, uma receita criada propositadamente para homenagear o fundador e sua família. Renato Costa confeccionou ao vivo, perante dezenas de convidados e clientes do supermercado, uma receita de lombos de bacalhau com abóbora aromatizados em azeite de coentros e hortelã, utilizando produtos à venda na loja de Almancil. 
Na Quarta-feira, foi a vez de Boris Schijvens elaborar três receitas que criou exclusivamente para a revista Apolónia – Cannelloni de Courgete, Petiscos Tailandeses e Blinis com salmão Fresco. 
Seguiu-se então o fotógrafo Nuno campos na arte de fotografar os pratos elaborados. 
Outra das atracções foi a premiada doceira Maria da Encarnação Gonçalves, da Quinta dos Avós, que transformou o tradicional massapão em bonitas figuras que encantaram e deliciaram miúdos e graúdos. 

Nos dias 27 e 28 de Março, a tenda, instalada junto ao supermercado, Almancil, recebeu centenas de pessoas que quiseram apreciar ao vivo o resultado do trabalho de cinco “chefs” locais de renome, com receitas de grande originalidade e beleza. O último dia de comemorações foi deixado nas mãos da Associação dos Cozinheiros e Pasteleiros do Algarve e da Associação de Barmen do Algarve, que prepararam um cockail de primavera e bebidas de festa. 

Refira-se ainda que durante a semana, passaram pela tenda do Supermercado Apolónia figuras como Herman José, a esposa de Francisco Pinto Balsemão. Por parte da Junta de Freguesia de Almancil, foi oferecida uma placa alusiva à data, de reconhecimento institucional.


Peregrinação das Crianças a Fátima

O Grupo de Crianças e Adolescentes da Catequese de Almancil deslocaram-se em peregrinação a Fátima nos dias 9 e 10 de Junho de 2008 e contaram com a colaboração da Junta de Freguesia de Almancil. 


Inauguração do Monumento ao Emigrante na Vila de Almancil


Dia Internacional da Mulher - 8 de Março de 2009

 

Como vem sendo habitual, comemorou-se uma vez mais o Dia Internacional da Mulher em Almancil, na ASCA - Associação Social e Cultural de Almancil, com a presença de muitas mulheres, as foram homenageadas e contempladas com uma medalha da Junta de Freguesia de Almancil, alusiva ao dia. 


Inauguração da Galeria "O Rastro"

Dia 21 de Fevereiro pela 18.00 h, assistiu-se à inauguração do novo espaço Rastro-Algarve, da Galeria Rastro, em São Lourenço. Para o efeito foi apresentada uma exposição de Pintura "Percursos" de Roberto Chichorro e contou com a presença do Presidente da Junta de Freguesia de Almancil, Sr. João Martins.


Encontro/Debate

No Centro Comunitário de Almancil, dia 21 de Março, pelas 17.30 h, ocorrerá um encontro/debate sobre o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial. Conta com a participação dos oradores, Sr. João Martins, Presidente da Junta de Freguesia de Almancil, Sr. Carlos Machado, Cônsul Honorífico da Roménia no Algarve, Sr. Hermes Alberto, Presidente da Direcção da ASCA, Sr. Orlando Sebastião, Representante da Associação de Angolanos e Amigos de Angola no Algarve e convidados. Tem ainda o apoio da Junta de Freguesia de Almancil, Doina – Assoc. de Imigrantes Romenos e Moldavos no Algarve e Associação de Guineenses e Amigos da Guiné-Bissau no Algarve.

22º Aniversário da elevação de Almancil a Vila
Assinalando-se no dia 1 de Fevereiro o 22º Aniversário da elevação de Almancil a Vila ...

Assinatura do auto de consignação
A população de S. Lourenço, Troto e Além vai ter saneamento básico

Construção do Lar da 3ª Idade
Lançamento da 1ª Pedra para a construção do lar da 3ª Idade na Vila de Almancil ...

Festejos do 25 de Abril 2010
Grande convívio das Gentes Almancilenses e demais convidados.

Hostipal Central do Algarve em Território da Freguesia de Almancil (no Coração do Algarve)
Uma Nova e Moderna Unidade de Saúde

Nova Loja do Munícipe de Almancil já funciona


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